sábado, dezembro 29, 2007

Duas entrevistas que valem a pena

A primeira, embora pareça, não foi tirada do Think Geek. Bem, Boing Boing is a sort of Think Geek, mas voilá. Com vocês uma entrevista com o autor de Love & Sex With Robots, David Levy:

Simmerman: Would you personally use one of these robots?

Levy: I would certainly experiment with one, to find out what it was like — how much like the real thing.

Simmermon: Would your wife? Probably not — she is not interested in anything of a technological nature. Would she mind if you used one? Surely you’ve talked about it by now …

Levy: Actually, no, because it is purely hypothetical since they do not yet exist.

Simmermon: I ask because I was talking about this with my girlfriend, who, had she found one of these in my closet in the early stages of our relationship, would have hailed a cab and never seen me again.

Levy: She says that, but why? Has she never used a vibrator? And if she has, why does she think that you shouldn’t have left her immediately you found out?

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A outra, publicada por Pedro Doria, é com o poetinha, entrevistado por Clarice Lispector. Onde haveria combinação tão fundamental?

"É curioso, a alegria não é um sentimento nem uma atmosfera de vida nada criadora. Eu só sei criar na dor e na tristeza, mesmo que as coisas que resultem sejam alegres. Não me considero uma pessoa negativa, quer dizer, eu não deprimo o ser humano. É por isso que acho que estou vivendo num momento de equilíbrio infecundo do qual estou tentando me libertar. O paradigma máxima para mim seria: a calma no seio da paixão. Mas realmente não sei se é um ideal humanamente atingível."

O meu paradigma máximo também.

Sobre o box do Blade Runner


- Viu que saiu a edição especial do Blade Runner?
- Sim, aquela com 18 dvds, a versão original, a do diretor, a do diretor de acordo com a original, a do produtor com o montador e...
- É. Mas aqui só são três dvds, acho. Nos EUA vem num case...
- Sim, claro, lógico, num case especial com uma arma para matar os replicantes1
- E uma capa de chuva de plástico.
- E uma versão do Photoshop que anda pela casa da fotografia.
- E seu número de série como replicante e uma máquina daquelas de testar replicantes.
- E uma Daryl Hannah inflável!

(Ah, claro que eu quero. Dizem que o documentário/making of é muito bom e nem está tão caro assim aqui, a caixinha chumbrega sem a Pris inflável).

sexta-feira, dezembro 28, 2007

About Heroes III

Eu já falei umas vinte vezes que a série não foi interrompida só por causa da greve. para quem não acredita, o blog Heroes Brasil fala de novo, com mais propriedade no assunto, se é esse o problema =P. Por sinal, acho que esse é o melhor blog nacional sobre o seriado, eles acompanham tudo de perto. A única ressalva é que nos fóruns de discussão eles chamam o Boogie man (Bicho Papão) de Bug men hehehehe.

Mais e maiores informações de fonte fidedigna falando o mesmo sobre a duração das temporadas aqui.

E pra não dizer que esse post não tem nada novo, aqui uma discussão que já tive com várias pessoas, sobre quais os 10 piores poderes de Heroes (na verdade acho poucos realmente sensacionais e sempre me perguntei por que cargas d'água não tinha nenhum com supervelocidade. Bingo: a ver na próxima temporada).

Destaque para a descrição do poder de Matt Parkman e de como é o fluxo de pensamentos em nossa mente. Excelente. E Hana Gitelman, a Wireless. Sempre pensei sobre isso: se existe a máxima adaptada "don't drink and dial", imagine alguém com esse poder bêbado, enviando mensagens com umas verdades a torto e a direito!?

Saudades do meu francês

Mesmo que vocês só conheçam Piaf pelos desenhos do Pica-Pau ;)

Quizz cinematográfico

Lembra do comercial da Virgin, pra achar as bandas? Pois então. Aqui nesse comercial da Blockbuster (DDB Canada) tem 35 referências de filmes. Fora as óbvias "Are you talking to me?" (thanx, Cassi) e "Luke, I am your father", o que mais você consegue achar? Ale? :)

... and happy new year :)

Precisa dizer algo (além do fato de eu ter roubado isso de um post do Ina?)
Vou ao balanço. Tomara que esteja ventando bastante!
Ainda esses dias pensei que nunca mais conseguiria voltar aqui pras coisas interessantes de sempre. Mas ainda há esperança.
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Sempre há. No ano novo elas se renovam, todas, as tontas, hahaha.

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Eu tenho recorde de namorados feios. Se você é um ex e está lendo, é CLARO que isso não se refere a você. Já namorei caras belíssimos. Mas os feios eram de dar dó. O Gustavão, cara que eu ADORO e que não é um desses feios, escreveu algo absurdamente bom e certo (como sempre, né?) sobre isso. A Marcele é uma mulher muito privilegiada :)

P.S.: Gustavão is really amazing.

P.S.: Estou arduamente tentando botar 15 dias de 87 RSS em dia.

quarta-feira, dezembro 26, 2007

Thank You

13 minutos de DDI fazem meu Natal muito mais feliz :)

domingo, dezembro 16, 2007

It´s been a long time

É, é, eu sei. Me deixa. Coisas acontecendo ;)
E eu sendo chamada de nerd mais do que nunca.

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Descobri que o que eu gosto mesmo de comer são cérebros. Oi, eu Não Sou o Sylar.
Eu sei que não posso comê-los. Ao menos não sempre.
Nhé.

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Sessão nerd do dia: quanto tempo você passa conectado? Me diz assistindo isso. Tenta identificar as "celebridades".



Roubei, roubei. É do AOL News, sobre virais de 2007.

Agora aguenta aí que eu vou me informar melhor sobre modems sem fio.

sexta-feira, dezembro 07, 2007

"Eu escrevo o blog para mim" my ass

Do blog Por um Punhado de Pixels, do NemoNox.


Texto curioso no Washington Post de hoje: Japan's Bloggers: Humble Giants of the Web. É interessante a comparação de estilos entre os weblogs japoneses e ocidentais, numa espécie de choque de culturas, mas o que me intrigou mais foram as declarações de uma blogueira entrevistada, a Junko Kenetsuna, que escreve sobre restaurantes. Ela evita críticas negativas, e se não gosta de alguma refeição prefere não escrever sobre ela. Esta parte eu entendo. Mas ela também diz que "eu não quero influenciar os clientes dos restaurantes", o que para mim não faz muito sentido. Toda forma de comunicação é uma tentativa de influenciar os outros. A desculpa de "eu escrevo para mim e não para os outros" só funciona se você esconder seus textos numa gaveta qualquer. A partir do momento que o weblog se torna público, fica estabelecida a comunicação e a intencionalidade. Um pouco depois, a Junko Kenetsuna diz algo um pouco mais revelador: "Não quero ser criticada pelo que escrevo." Ou seja, ela quer influenciar os outros (por isso publica um weblog) mas não quer ser julgada pelo que faz (por isso mantém a política de não fazer críticas negativas, na esperança de ser tratada da mesma forma). Não estou acusando a blogueira nipônica de hipocrisia ou velhacaria, acredito mesmo que possa ser pura ingenuidade. Como o Katsuhiro Kimura, outro personagem da mesma reportagem, que ficou espantado ao ser contatado por um jornal para falar sobre seu weblog: "Eu não contei para ninguém que eu blogava."

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Você sabe que o mundo realmente está estranho quando...

... ouve no shopping Love Will Tear Us Apart em ritmo natalino.

Vamos lá, Curtis. Três voltinhas no túmulo, no mínimo.

P.S.: Acho que esse post devia estar no Depoistrocamos...

terça-feira, dezembro 04, 2007

Bizarrice sem limites (ou dragões gays transando...)

Eu tenho fotos de viagem, novidades, palavrinhas, mas antes de qualquer coisa, depois de muito pensar, preciso postar aqui a coisa mais bizarra que já vi. Não que eu já tenha visto tantas assim, mas é que essa ultrapassa várias, reunindo quesitos como nerds de RPG, dragões e histórias loucas que só acontecem na vida do Ronald Rios.

Não vou contar. Leiam o post e, se quiserem, cliquem nos links do final. É scary e um pouco funny ao mesmo tempo. Caramba, quanto desperdício de talento. E vendo coisas assim, só me resta roubar da Giul a frase: "eu quero a minha inocência de volta..."